quarta-feira, setembro 30, 2015

Família, obrigado!

Outubro é um mês especial, ao menos, para mim. Tem o Dia da Criança - e me esforço ao máximo para continuar com espírito jovem, ganhando apenas a aparência dos anos que se passam, deixando a carranca que insiste em se formar entre os mais velhos; tem a proposta do mês rosa, de alerta às mulheres sobre os meios de evitar o câncer, a partir do autoexame, o que considero sensacional, como campanha que, hoje, é bem recebida por todos, não só por elas, que ocuparam seu espaço na sociedade; e tem o meu aniversário. Fico mais velho. Chego, neste 2015, aos 37 anos e percebo que preciso dizer o que está em meu coração para as pessoas mais especiais: minha família.
Pensei em escrever que tudo o que sou é por conta deles. Daí imaginei que poderia ser uma demostração egocêntrica ou minimalista - dependendo do critério de avaliação. Afinal, podem imaginar que tenho Ensino Superior, mas sou um jornalista de interior, como muitos outros, nada que possa representar um grande peso na balança da vida. Mas, daí, penso que sim, tenho Ensino Superior, que cursei e paguei todo estudo com o suor de meu trabalho, que faço o que amo e ainda recebo para isto - a situação me faz crer que não sou William Bonner (não como referência profissional, as como visibilidade), mas me permite entender que sou feliz assim (não conformado, apenas feliz), o que me dá liberdade para exagerar na vaidade.
Assim, posso me orgulhar em dizer que o que sou (pensando, então, que tem peso) sou por conta deles - não financeiramente, mas também. O mais importante é em relação à pessoa que me transformei. Posso dizer, sem dúvida, que tudo o que fiz de certo, todas as conquistas, todos os elogios que recebi foi porque segui as orientações, as dicas e os pedidos de minha família. Agora, é importante ressaltar que não fiz só coisas certas, que errei e o tempo mostrará ainda mais erros. Estes momentos só aconteceram, porque não segui as orientações, as dicas e ignorei os pedidos, achando que poderia me autoguiar. Ledo engano.
De qualquer forma, me aproximo dos 37 anos com o dever de agradecer e dizer que os amo: Julio, Marlene e Juliana. Posso ser mais próximo de um, ou de outro integrante, mas todos são importantes e vão ficar guardados para sempre em meu coração, em minhas orações e em minha alma.

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