quarta-feira, maio 18, 2011

Excesso de redes

Não dá. É muita rede social. Não dou conta de todas elas.É receber os novos amigos - pessoas que nunca vi - no Orkut; compartilhar, curtir, postar, vasculhar o Face - íntimo; tuitar, lançar muitas ideias em poucos caracteres. Além disso, tem o blog, o tuiter do jornal, o site, meu Deus. Outro dia - há mais de um ano - alguém diz: "Faz um Badoo". Tentei. Não entendi. O negócio, primeiro, pareceu ser apenas um lance para lances; depois questionou meu sexo: cliquei masculino. O sistema do Badoo colocou que eu estava a procura de pessoas masculinas. Então mudei para feminino. Então ele colocou que eu era uma menina. Desisti. Badoo, vai catar coquinho. Alguém poderia eliminar uma série destas redes para que eu consiga atender os seguidores, amigos, fiéis, ou sabe Deus que nome vem por aí. Deixem só as úteis ou façam como o Badoo, me excluam antes de conseguir entrar.

segunda-feira, maio 16, 2011

Naquela época

O colega de O Informativo, Fernando Ferreira,que é da área de arte, postou, em seu Facebook, a seguinte frase: "Às vezes acho que nasci na década errada… Tenho princípios que já se perderam, amo coisas que já não se dá mais valor." E um grupo de gente concordou com ele - inclusive eu. Parece que toda a pluralidade que a internet possibilita não é suficiente para as pessoas aceitarem as diferenças. Vão existir aqueles que, como Fernando, têm seus conceitos particulares, que podem diferenciar do que é tido como "normal" ou comum. E nem por isto estão erradas estas criaturas. A verdade, pelo menos a minha, é que a gente pode ser eclético em tudo: ouvir desde sertanejo universitário a metal, de música caipira à MPB, de samba a rock. Lógico que simplifiquei, ao falar dos estilos musicais, mas para tudo pode se aplicar esta dualidade, trialidade, ou tetralidade, se é que existe. Nem tudo é certo, nem tudo é errado, as coisas apenas são.

quinta-feira, maio 12, 2011

O motivador café

O café já foi o carro-chefe das exportações brasileiras. Por nossos portos toneladas deste precioso pó seguiram rumo aos mais diferente destinos. Hoje não é mais o nosso ouro, mas ainda tem seu valor. Não consigo imaginar uma redação jornalística sem o aroma do café. O cheiro que invade, consome e se fundi com a criatividade, formando um ambiente de resultados incríveis. Tomar o café excita, empolga, motiva, faz turbilhar os pensamentos, causa explosão de vocabulário e possibilita o estabelecimento de conexões inimagináveis. Muitos os estudos que mostram os seus benefícios ou malefícios, mas o que importa de fato, é que ele é companheiro e incentivador. Salve a bebida que mistura prazer, leveza e, ao mesmo tempo, é energética.