sexta-feira, abril 30, 2010

Frase célebre

Acho que alguém está tentando me dizer algo. Quarta-feira me deparei, por duas vezes, com a frase: "O amor é como o sol nos dias nublados. Você não pode vê-lo, mas sabe que ele está lá".

Casamento

Conversávamos, outro dia, na redação, sobre casamento. A primeira ideia que me veio à cabeça foi o que pensava em minha adolescência, e até na fase adulta, de que não me agradava pensar em acordar, todos os dias, ao lado da mesma pessoa. Me parecia muito monótona esta situação. É evidente que não planejava levar uma vida dedicada à promiscuidade com parcerias sexuais diárias e diversas. A verdade é que não tinha um conceito para isto.
Passado um tempo, aumentaram os fio brancos - e eles não páram de aparecer -, os olhos se cansaram um pouco e pediram óculos, o corpo já não é de um cara que malhava todos os dias, e veio, com isto, uma mudança de pensamento. Abrir os olhos pela manhã, olhar para o lado, e ver a pessoa que você ama é sensacional. É mais do que saber que existe alguém contigo.
Durmir de conchinha ou com as mãos dadas é predestinar sonhos e espantar pesadelos. Saber que é aquele rosto, aquele lábio, que irá beijar e acariciar; olhos que irá admirar para sempre, faz com que a imagem da mesma pessoa, em todas as manhãs, deixe de ser um motivo de ansiedade para se transformar em um motivo de satisfação.

quarta-feira, abril 28, 2010

Trabalho

Outro dia fui questionado sobre o horário em que estava acordando. Tenho aparecido bem cedo no jornal. Daí dei uma resposta só para retórica, daquelas que nada dizem, mas que também não ficam devendo nada. A verdade é que penso que cabeça ocupada não pensa bobagem.

terça-feira, abril 27, 2010

Valor de um amigo

A dificuldade de se encontrar um amigo de verdade é algo que me intriga. Existem, é claro, aqueles que são os amigos de verão. Eles te conhecem e são teus parceiros durante a estação, pois na tua casa tem piscina e quiosque bem bacanas. Existem aqueles que são teus amigos de inverno. A sua casa em Gramado é sempre motivo de empolgação para passar alguns finais de semana na Serra em turma - adoram andar em turma. Conheço aos amigos de primavera. Para eles tudo é colorido como um jardim de flores perfumadas. Não conseguem ver, nem falar de problemas. Não faltam os amigos de outono. São as criaturas que deixam as folhas caírem e não fazem questão alguma de ajudar a levantá-las.
Não tenho piscina, nem quiosque, nem casa em Gramado, não faço questão que curtam tudo que faço ou que digo, nem tenho força de levantar todas as folhas que caírem. Ou seja, só quero e só vou cultivar os amigos que se prestarem a ser meus amigos de verdade. São pessoas que mesmo sem saber tudo de mim, me dão atenção e não se incomodam em receber a minha atenção. Me respeitam e demonstram interesse em ser respeitados. Aceitam a troca de ombros sempre que precisar: um dia choro eu, outro dia meu amigo. Conquistam, realizam, têm vitórias e sentem orgulho disto, da mesma forma que se orgulham de minhas conquistas, realizações e vitórias.
Posso ter R$ 1,00, posso ter R$ 1 milhão. A única diferença para meu amigo será a distância que estamos. Dá uma saudade, quando a distância é grande. Dói, como dói o afastamento da família, de um grande amor.
Bom saber que tenho bons amigos, daqueles de verdade. Tenho muito mais destes dispensáveis, é verdade, mas eles também fazem parte da vida.

segunda-feira, abril 26, 2010

Quero amar

A praticamente inércia do final de semana me fez pensar. Daí já sabe, né, vem texto por aí:
Outro dia, bêbados é fato, falávamos sobre a diferença de trepar, fazer sexo e fazer amor. Nos convencemos - já pensava assim antes - que trepar é atirar-se à banalidade, como fazem as prostitutas. Se um cão aparecer em sua frente com uma nota de R$ 100,00, por certo, vão saciar a vontade do animalzinho (acredito que, tendo em vista determinados clientes, até prefeririam o cão mesmo).
O fazer sexo seria diferente. Você trocaria algum carinho e é com quem você já conhece; aquilo é bacana, quem sabe até engraçado, no futuro, mas o objetivo final é o mesmo: o gozo.
Fazer amor envolve tudo isto: carinho, carne, gozo. É, porém, muito mais. O toque no corpo da pessoa que se ama faz arrepiar, faz o coração bater mais forte. A penetração não é apenas uma forma de consumar o ato, é a oportunidade da criatura que você ama te sentir. O gozo vai existir, mas não é o principal. É só uma consequência que o físico te obriga. O que vale é o que o coração está sentindo naquela hora. É intenso, forte, inexplicável.
Aquele papo de boteco me deixou com vontade. Não de trepar ou fazer sexo. Quero fazer amor. Quero amar. Ouvir ao pé do ouvido o sussuro de um "eu te amo", e responder à altura ou, se a pessoa preferir, subir no mais alto moro e gritar para que todos saibam.
Transformar essa vontade em realidade não é fácil. Tenho 31 anos e posso afirmar categoricamente que fiz amor com uma única pessoa. Se fácil fosse, por certo, teria feito amor com mais pessoas. Na verdade é bom que não seja fácil. Não pode se vulgarizar o amor. Ele tem que ser único, mesmo que acabe, tem que ser intenso, tem que ser real e leal. Dele nascem sonhos, planos e, em alguns casos, filhos, que são a eternidade dos laços afetivos.
Todo o devaneio sobre o amor e a vontade de faze-lo não é reflexo de uma necessidade física, que todos podemos ter, de praticar o ato. Poderia faze-lo de qualquer forma. A necessidade, se é que assim pode se chamar, é emocional. Não seria suprida com o deitar sobre alguém e trocar fluídos. Precisa ser especial, o beijo tem que fazer sonhar, as carícias têm que arrepiar, o corpo a corpo tem que aumentar a temperatura, e tudo tem que ser o melhor momento para os dois.
O fato de ter exposto este anseio por aqui não quer dizer, também, que as pessoas podem mandar e-mail, carta, mensagem via celular, ou qualquer outra forma de contato, dizendo "te amo". Estas coisas só dão certo se acontecem quando não planejamos, quando menos imaginamos. Você se depara com a criatura e, por mais estranho que possa parecer, diz: "esta é a pessoa".
É destino? Não sei. O que sei é que assim acontece. E é assim que, acho, vai acontecer meu grande amor. A gente se machuca um monte, mas estou disposto a arriscar. ACho que o coração suporta algumas pancadas no futuro, depois de ser tão confortado.

quinta-feira, abril 22, 2010

Luz

Um grande projeto e, para coordenar ele, um jovem. Competente, com conhecimento, com vontade, e ainda jovem. Dá para ver no brilho dos olhos, ao apresentar a ideia para o público, que tudo aquilo é fascinante, que está muito orgulhoso de tudo que irá acontecer. O mais legal é saber que tem capacidade, e que junto de toda a razão que pode dominar seu ser está a sensibilidade. Os olhos marejam quando fala sobre o projeto: um ser iluminado.

terça-feira, abril 20, 2010

Cada leitura é um aprendizado

Se você está lendo este blog já é um bom sinal; e não falo isto, porque eu o escrevo, mas porque buscou algo para ler. Como diz o título deste post, cada leitura é um aprendizado. Todas as noites, antes de durmir, tenho pego um livro de história. É história mesmo, coisas que aconteceram e mudaram a humanidade. É perfeito. Viajo horrores antes de colocar às pálpebras à descansar. Imagino as cenas, além, é claro, de aprender sobre o que fez estarmos deste jeito. Você deve fazer o mesmo. Não precisa ser um livro de história. Pode ser literatura pura. Tudo é válido, até bula de remédio.

Toca Raul

Coisas ditas por Raul que gostaria de dizer ao mundo:

"Eu devia estar contente porque eu tenho um emprego
Sou dito cidadão respeitável e ganho quatro mil cruzeiros por mês
Eu devia agradecer ao Senhor por ter tido sucesso na vida como artista
Eu devia estar feliz porque consegui comprar um corcel 73
Eu devia estar alegre e satisfeito por morar em Ipanema
Depois de ter passado fome por dois anos aqui na cidade maravilhosa
Eu devia estar contente por ter conseguido tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado
E agora me pergunto: e daí?
Eu tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar e eu não posso ficar aí parado

Eu devia estar feliz pelo Senhor ter me concebido o Domingo
Pra ir com a família no Jardim Zoologico dar pipoca aos macacos
Ah mas que sujeito chato sou eu que não acha nada engraçado
Macaco, praia, jornal, tobogã, eu acho tudo isso um saco
É você olhar no espelho se sentir um grandesíssimo idiota
Saber que é humano, ridículo, limitado
E que só usa dez por cento de sua cabeça animal
E você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial
E que está contribuindo com sua parte para o nosso belo quadro social
Eu é que não me sento no trono de um apartamento
Com a porta escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar
Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora dum disco voador"

segunda-feira, abril 19, 2010

O melhor de tudo é ter amigos

Não tenho dúvida de que o melhor que temos nesta vida são os amigos de verdade. Você pode contrariar dizendo que existem os familiares. Verdade. A diferença é que estes não podem ser escolhidos. Bons ou maus (sempre são considerados bons) nos são dados e aprendemos a amá-los e defende-los. Os amigos não. São criaturas que não têm nosso sangue, não vivem em nossas casas, e muitas vezes vamos conhecer quando já estamos em fase adulta. E são estes seres, que parecem ter um coração gigantesco, que nos abraçam, nos dão carinho, nos fazem companhia, quando estamos tristes. São eles que percebem quando estamos cabisbaixo, quando nosso sorriso não é verdadeiro, e notam o mesmo que notamos em situações que todos ficam "boiando". Por isto e por tudo que significam para mim é que gosto dos meus amigos. Daqueles que trago do passado, dos que cultivo no presente, e dos que ainda conquistarei no futuro.

Ainda Raul


Ainda lembrando do grande Raul Seixas, e estabelecendo um link com minha vida e das demais pessoas, fica muito oportuno divulgar, cantar, alardear, a maluquice que se passa em nossa cabeça e tudo que nos faz tomar certas atitudes. É por isso que:

"Enquanto você se esforça prá ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual

Eu do meu lado, aprendendo a ser louco
Um maluco total
Na loucura real

Controlando a minha maluquez
Misturada com minha lucidez

Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza


Este caminho que eu mesmo escolhi
É tão fácil seguir
Por não ter onde ir

Controlando a minha maluquez
Misturada com minha lucidez

Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar.....

domingo, abril 18, 2010

Metamorfose

Fui a Taquari, neste domingo, dar um abraço na minha irmã - a gatinha completou seus 23 anos. Toquei Raul de Lajeado a Taquari. Fiz o que todos pedem: "Toca Raul". Cantei horrores. Foi sensacional. Muitos pensamentos fizeram a viagem ser bem mais longa. Daí cheguei a conclusão que "prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo; sobre o que é o amor, sobre o que eu nem sei quem sou"...

quinta-feira, abril 15, 2010

Gente que quer aparecer

Me irrita tremendamente o ego das pessoas. Não sou contra o orgulho moderado, a vaidade controlada. Acho que quem é bom tem que saber que é, e pode mostrar que é. O que não precisa é sair por aí dizendo: "Eu sou o cara". As pessoas vão te ver sendo o cara e vão reconhecer isto. Abaixo ao superegos.

Meu gato

Já escrevi algumas vezes que tenho um gato - nem precisam farejar situações diferenciadas, aqueles que ainda não sabem, pois se trata de um felino persa, de quatro patas e muitos, mas muuuiiitttoooosss pêlos. Pois este é o cara que me entende. Acho que sou meio felino. E não me refiro assim por me achar tão bonito quanto meu gato, o Tom, mas pela relação que tenho com meus sentimentos.
A criatura, o gato, me espera todos os dias na porta do quarto querendo receber carinho; me abraça - um presente para minha rinite -, tenta lamber minha perna, como se fosse a dele, e me faz um monte de carinho. O mesmo acontece quando chegou à noite, após o trabalho. Mas nos finais de semana, quando a criatura, eu, estou em casa, ele fica na dele. Está por lá, caminha, brinca, corre, deita longe. Acho que anda meio assim. Tem fases que preciso de carinho, oferecer e dar muito carinho, mostrar compaixão, e tem momentos em que prefiro, de fato, estar só: a TV, o gato e eu. E viva a maluquice do ser humano, eu.

domingo, abril 11, 2010

Outra chance à vida

Tem vez que fico a analisar o passado. Hoje fiz isto depois de ver o filme Lembranças, que está no cinema - vale como dica pelo final, é surpreendente. Daí me veio à cabeça que poderia ter feito muitas coisas diferentes. Poderia ter estado mais com meu pai (ele ainda está vivo, mas sempre estivemos muito distantes), poderia ter aprendido a pescar com ele, ter aprendido a tocar algum instrumento musical; poderia ter estado mais com minha mãe (também viva), ter lhe dado apoio e incentivado nas tantas vezes que precisou e teve que lutar sozinha; poderia ter orientado mais minha irmã para que não fizesse coisas que lhe fariam se arrepender depois; poderia ter estado mais com minha avó, que tanto carinho teve por mim, e que só via o seu abanar na janela, como se dissesse "não me resta muito tempo"; poderia ter amado mais e evitado que a lágrima caísse no meu rosto; poderia ter feito um monte de coisas que, acho, me fariam mais feliz, agora. Poderia... não fiz. Me resta crer que, no presente e futuro, esteja fazendo as coisas certas para que não role mais lágrimas em meu rosto por coisas que eu poderia ter feito.

Ouvi dizer

Ouvi, agora, e resolvi socializar a ideia: "A vida é feita e escolhas. E a somatória dos momentos, grandes e pequenos, é o que nos identifica."

Jantar

Tive, recentemente, a oportunidade de receber amigos para jantar em meu apê. Reconheço que deveria ter feito isto antes, pois são pessoas bacanas, que nos fazem levar um papo sensacional, além de comer e beber muito bem. Gosto de conversar - mais de ouvir - e saber o que se passa pelas cabeças alheias, assim como mostrar o que se passa por esta protuberância que carrego sobre o pescoço. Foi muito bom. Vamos fazer muito mais vezes.

Mais um talento

Está no You Tube (procure por lá) e é sensacional. Um garoto de olhinhos puxados, cabelo feito penico, bem parecido com o Inhonho do Chaves, solta a voz e canta Whitney Houston como poucos. O piá, Lin Yu Chung, mostrou ao que veio. A música, por si, é incrível, e na interpretação dele vale ainda mais a pena ouvir.

terça-feira, abril 06, 2010

Oh dó de mim, hehehe

Noutro dia li o blog da amiga e colega Pita (dá uma olhada ali do lado que você acha o link). A guria disse não se dar bem com a alegria, e que vivia em uma tranquilidade com a tristeza. Pois eu me considero o contrário. Não sei lidar com a tal de tristeza, nem de passar perto dela. Na verdade meu problema não é nem me deparar com a tristeza. É a não poder contar com a alegria. Gosto de estar rindo, de fazer uma anarquia, de ouvir a barulheira de um lugar em que as pessoas produzam.
Percebo, porém, que o devaneio alusivo à tristeza e aversão à alegria, de Pita, não é tão incoerente, como parece. Escrevo muito melhor triste. Penso, reflito, deixo transparecer a essência do escritor. Há uma exposição exagerada do que penso quando estou escrevendo e a tristeza é minha única companheira. A alegria abarrota meu peito de um sentimento agradável, mas me dá uma superficialidade na hora de escrever, que me assusto. Nos momentos em que não estou bem - com a vida, com o trabalho, com o coração, sei lá, qualquer coisa - consigo, entre uma lágrima e outra (este ser chora horrores) dizer o que tenho vontade e mostrar como sou verdadeiramente.
Tomara que eu escreva sempre com superficialidade. Oh dó de mim!!!

Frase perfeita

Li esta no Twitter: "Se procuras uma mão disposta a te ajudar... Você a encontrará no final do teu braço"

Quero uma casa no campo

Quero um período de férias; quero gritar e chorar feito criança; quero abraçar quem eu amo; quero fazer uma festa com amigos; quero entrar numa briga; quero pular de paraquedas; quero correr pelado na chuva; quero ser eu, somente eu, e que as pessoas gostem, ou não, assim mesmo. Quero tantas coisas, que nem sei quantas, nem quais quero primeiro. Apenas quero.

segunda-feira, abril 05, 2010

As coisas acontecem

Ainda tem gente que transa sem camisinha achando que Aids é só coisa que acontece com os outros. Ainda tem gente que dirige feito maluco, correndo como se estivesse em um autódromo. Ainda tem gente que não se vacina, porque acha que nunca vai pegar a tal doença - seja ela qual for. Ainda tem gente que crê no inacreditável. Ainda tem gente que acha que é possível ser feliz. Para estas, por certo ainda existe uma solução, um caminho, uma esperança.

domingo, abril 04, 2010

Letras que viram tatuagem

Ouvir as letras de músicas com atenção é muito bacana. Admito que não lembro delas, depois, mas algumas me vêm à cabeça. Geralmente são as antigas e elas têm algum fundamento. É certo que você já viveu, ou vai viver, o que aquelas letras dizem. É verdade que muitas são uma facada no cotovelo, mas elas falam da vida, de amor, de relacionamentos. Um dos exemplos de autores que conseguiam fazer isto com brilhantismo é Altemar Dutra. O cara já se foi, mas deixou pérolas como o texto que segue:

"Veja só que tolice nós dois
Brigarmos tanto assim
Se depois vamos nós a sorrir
Trocar de bem enfim
Para que maltratarmos o amor
O amor não se maltrata não
Para que se essa gente o que quer
É ver nossa separação
Brigo eu você briga também
Por coisas tão banais
E o amor em momentos assim
Morre um pouquinho mais
E ao morrer então é que se vê
Que quem morreu fui eu e foi você
Pois sem amor estamos sós
Morremos nós.

Quero ir para casa

Pensa num domingo com chuvisqueiro. É o primeiro com verdadeira cara de outono. O céu carregado, chuva fraca, a temperatura ficando mais amena conforme passa a hora, você cansado da noite anterior, quando fez uma festa com a galera. A sua vontade é:
Opção a - ir trabalhar?
Opção b - ir durmir?
Opção c - sentar no sofá, em frente à TV, comendo pipoca? (ah, com a pessoa que você curte do lado)
Quem respondeu "A" me avisa, que eu nunca mais converso com esta criatura. Se a resposta foi "B", ainda dá para aceitar, mas amanhã é segunda e se você perder estes momentos gostosos para ficar junto, fará isto quando?
E se você optou pela "C", ah, meu amigo. Parabéns! Você tem bom gosto, juízo, e sabe aproveitar a vida. Pena que, mesmo tendo escolhido a "C", tive que me deparar com a "A". Quero ir para caaaaaaaaaaaaaaasa.