segunda-feira, agosto 28, 2006

Meus amigos

O fim de semana foi ótimo, também, porque tive um bom tempo com os amigos que gosto tanto: Gords, Marlos e David. Pena que faltou o Plínio, mas a sua ausência tinha ótima justificativa. Estas pessoas são especiais de mais para mim e não consigo me imaginar muito longe. Espero repetir muitos finais de semanas assim.

Estou feliz

Fico muito contente quando vejo minha família feliz. Neste final de semana, quando estive em casa, pude notar como estão satisfeitos com a reforma na velha casa no Tinguité. Que bom ver minha mãe enxergando o lugar que ela gosta tanto ficar de acordo com a sua vontade. Está dormindo improvisada, mas adora olhar para o seu quarto, que já foi pintado. Como é gostoso ver isto.

quinta-feira, agosto 24, 2006

Dono-de-casa

Hoje me senti um dono-de-casa. Fui à loja, comprei a cama onde irei dormir, o colchão; tive que abrir uma conta, coisa de pobre, eu sei. Estou me saindo bem, acredito.

terça-feira, agosto 22, 2006

O filme da vida

Assisti, ontem à noite no Tele Cine Emotion, o filme "O Campeão" (“Swimming Upstream”). Me identifiquei muito com o persongem principal Tony Fingleton. Nadador, é um obstinado pelo que faz e, busca isto, para mostrar aos outros, especialmente, ao seu pai, que é capaz. Tem competência e gosto pela sua função. Também sou assim. Não faço para ninguém, mas fico feliz demais quando minha mãe mostra, no rosto, o sorriso com minhas vitórias. Quanto a isto, a mãe de Tony, apresentada nesta versão de uma história real, é uma heroína, vitoriosa, que lembra a minha, a dona Marlene, que me orgulha dizer: é responsável por meu sucesso.

segunda-feira, agosto 21, 2006

Satisfação profissional

A minha satisfação profissional é plena. Hoje, fui surpreendido com duas situações que me deixaram contente. Primeiro, soube que a matéria que fiz sobre a utilização de telefones públicos rendeu uma parceria entre o jornal e a Brasil Telecom, que renderá ainda mais frutos para a comunidade. Depois, porque recebi um presente da equipe comercial do jornal pelo desempenho em minhas matérias sobre os pais. Fico feliz por isso, mesmo relembrando, não sei administrar os elogios.

quinta-feira, agosto 17, 2006

Soy, ou não, colorado?

Sou o típico oportunista. Vi isto, ontem. Todo gaúcho tem seu clube, quem fala o contrário está mentindo ou não parou para pensar nisto ainda. Sou colorado, mas apenas para responder, caso alguém pergunte. Nunca dei atenção para isto. Gosto de futebol e torço muito por um amigo, o Neto, do São Caetano. Adoro este cara. Ontem, me vi diante de uma nação colorada, de um povo maluco, demonstrando toda a sua empolgação. Fiz o mesmo, como nunca. Também pudera, nunca havia ganho um título como este, um título de verdade.

segunda-feira, agosto 14, 2006

Vó, que saudade

Perdi minha avó na sexta-feira, 14 de agosto de 2000. Aquela senhorinha, que ficava na janela a me acompanhar tinha 92, mas viveu pouco. Queria que ela continuasse, que ficasse mais tempo comigo. Egoísta, pode ser. Não me importo. O que sei é que ela me faz muita falta. "Ela era velhinha", diziam. Sei disto, mas como não sentir a sua ausência? Vó Nena, de onde está sei que me acompanha, que comemora comigo as minhas vitórias e que reconhece meus sentimentos.

Coragem

Mesmo diante do afastamento, entre meu pai e eu, resolvei ir visitá-lo, ontem. Foi muito bom. Quebramos uma barreira, muito embora à moda de homem - sem muitos comentários, sem falas emotivas, estas coisas. Acabamos passando a tarde juntos. Não lembro a oportunidade em que isto aconteceu.

Almoço dos pais

Ontem, por volta das 11h, olhava para o céu e via a fumaça das churrasqueiras. O cheiro era agradabilíssimo. O motivo também: o Dia dos Pais. Um contratempo com meu velho, há uns três meses fez a relação ficar abalada. Resultado, almocei com minha segunda família. Paulo Mulinari, que me trata como aos filhos, me emocionou com o convite para dividir com Jerônimo, Juliana, Giovana e, agora, Raquel o direito de confraternizar nesta data. Agradeço muito a Deus por colocar pessoas assim na minha vida!

quinta-feira, agosto 10, 2006

Recuerdos de Taquari

Na última segunda-feira oficializei a minha saída da Empresa Jornalística e de Radiodifusão Açoriana (Ejora). Era hora de cortar o cordão umbilical. O jornal O Açoriano e a rádio Açoriana me possibilitaram a sensação uterina. Me alimentaram de conhecimento, me deram afeto e carinho necessários para enfrentar a vida, assim como fazem as mães, durante o período de gestação.
O reconhecimento pode ser pessoalizado, porque cada um dos que passaram ou estão na Ejora configuraram-se peças fundamentais no quebra-cabeça da minha vida. Foi a confiança depositada pelo diretor Valdir Fritz de Souza, a experiência de Maria Neci Klagenberg, a sobriedade de Edgar Borba de Aguiar, o bom humor de Cláudio Alberto Silva, a parceria de Deiberson Cristiano Horn, o dinamismo do garotinho Luiz Fernando Machado Martins, a responsabilidade de Vanusa dos Santos Haetinger, o coleguismo de Carla, Viviane, Cassiano, Cássio, Gessi, Maria Cleci, Marcos Schwab, Márcio Fazenda, Micheli, Gabriel Becker, Diego Cunha, Elton, Diego e Daiane, a hiperatividade de Mario Sidnei Martins...
Alguns nomes podem ser citados de forma separada. Valberto Mariante, polêmico, mas mestre. Por duas importantes ocasiões nos depositou sua confiança. Elizandro da Silva Becker, um jovem que ainda vai crescer muito, pois tem vontade e demonstra, há algum tempo, capacidade. Everton Pacheco é meu amigo, meu sócio, meu irmão. Obstinado, sabe o que quer e vai atrás disto.
Deixei este por último, entre os funcionários, não por falta de importância, mas por ser especial. Refiro-me a José Valmor Pereira. Foi nele que mandaram espelhar-me, foi olhando o que fazia que aprendi, na prática, o pouco que sei e pude unir a teoria da universidade. Agradecendo a ele, estendo a todos os demais colegas de quem tenho saudade.
Além dos colegas, na empresa, outras pessoas foram importantes pela amizade e companheirismo. São eles Moacir Teixeira dos Santos e Lênio Cardoso Fregapani. Nominar todos seria impossível, mas é preciso lembrar dos ouvintes, leitores e anunciantes, que nos apoiaram, nos incentivaram, nos criticaram e nos confiaram seus nomes e suas marcas. Cada um de vocês têm seu lugar reservado na história deste bomretirense, que veio fazer a vida em Taquari e foi recebido da melhor forma.
É assim que saio desta cidade. Levo o coração partido pela ausência dos amigos. Deixo a família e sigo a trilha construída por Deus para que consiga caminhar para a prosperidade. Jamais vou esquecer as lições que aprendi, as demonstrações de carinho que recebi e os amigos que conquistei.
Na esperança de um dia voltar, deixo aos taquarienses, povo guerreiro e amigo, os sinceros agradecimentos e votos de muito sucesso. Não digo adeus, mas até logo, pois sempre que puder, ou quando Taquari precisar, estarei à disposição.
Marcio Souza
marcio.jornal@joinet.com.br

terça-feira, agosto 08, 2006

Meu amigo Tob Love

Não lembro se aqui ou no www.marciosouza.blog-se.com.br comentei sobre a ida de Tob Love para a Austrália. Ele é um cara diferente, tem personalidade e um senso de si inquestionáveis. Talvez, por isso, suas atividades surpreendem até mesmo aqueles que o conhecem há tempo. Para mim é um parceirão. Sua estada na Oceania é para o seu bem e torço pelo sucesso, agora, que vai fazer grande falta não tenho dúvida. Um grande abraço, Tob Love!

segunda-feira, agosto 07, 2006

Saída da EJORA

Hoje, parece que vou conseguir me desligar da EJORA, em Taquari. Foi um período muito bom. Aprendi, junto com os ensinamentos da universidade , o que hoje sei. É pouco, mas dá para agradar um pouco. Deixo a empresa sem dó, nem remorso, mas sinto a falta dos companheiros, pessoas que me ensinaram, que foram parceiros e, acima de tudo, grandes amigos.

quinta-feira, agosto 03, 2006

Viagem

Com o frio que faz aqui no Rio Grande do Sul só consigo me lembrar do paraíso que vivi, em junho, na capital do Ceará. Fortaleza é sensacional. Vale muito a pena conferir. Fui só, mas voltei muito bem acompanhado por um grupo de amigos: Ana Paula, Raquel, Gracy, Fábio e Dona Terezinha, do Rio Grande, Leandro, São Paulo, Melaine e Viviane, Minas Gerais.

quarta-feira, agosto 02, 2006

Blog

Pessoal, este é meu blog de devaneios, de filosofar, de sonhar, de imaginar e poder viajar. Se estiver muito alto, solicito que me alertem para que possa, pelo menos, me aproximar um pouco do ambiente terrestre, hehe. Tenho outro em que dedico a informar e comentar. Acessem lá: www.marciosouza.blog-se.com.br Deixe seu recado, palpite, me critique, enfim, faça o que quiser.

Só, mas bem acompanhado

É incrível como as pessoas conseguem viver sozinhas. Lógico, não estou me referindo à situação de um ermitão, mas de alguém que vive longe da família, em função do trabalho ou dos estudos. Conhecer pessoas novas, viver situações diferentes, durante o dia, e encontrar, ao anoitecer, apenas a solidão de um quarto. A companheira, televisão, tem muito para oferecer, sobretudo, se for acompanhada de um sistema a cabo. Vale a dica! Outro detalhe é a programação cultural. Ao contrário do que se pode imaginar, nem sempre é chata e incompreensível.

terça-feira, agosto 01, 2006

Grenal

É lamentável o que aconteceu no Grenal de domingo. Aqueles que fizeram o que bem entenderam no Beira Rio terão a resposta, quando a Justiça Desportiva punir o Grêmio. A responsabilidade é única daqueles baderneiros que se manifestaram.