quarta-feira, agosto 29, 2012

É assim que se faz

Arroio do Meio está vivendo o Culturartchê, que é um período em que se respira cultura na cidade - neste ano dando enfoque ao tradicionalismo gaúcho. Os mais diversos segmentos participam e se apresentam com músicas, exposições, atrações artísticas e culturais variadas. Todo este envolvimento comunitário acaba resultando em mais empenho, em crescimento do evento e, porque não, em aumento do interesse por mais atividades culturais. Isto é sinônimo de evolução do município. Com o tempo, os números devem dizer ao que veio toda esta movimentação em uma área que é pouco divulgada e difundida.
Mas de que adianta fazer tantas e tão bonitas atividades se não se conta para os demais. Pensando nisto, o município tem se preocupado em levar, além de suas fronteiras, os exemplos positivos que são colhidos com a realização do Culturartchê. Hoje (quarta-feira, 29), um grupo de alunos esteve no jornal O Informativo, cantou e apresentou personagens lendários do Rio Grande do Sul, como o Negrinho do Pastoreio. Emocionaram a equipe de jornalistas e integrantes dos demais setores. Com certeza foi uma ótima forma de começar a tarde de trabalho: com música e a motivação infantil.

quinta-feira, agosto 23, 2012

Quero não pensar

Tenho vontade de fazer coisas e não tenho coragem de fazê-las. Tenho coragem de fazer coisas, que não tenho vontade de fazer. Tenho saberes e sabores, que nem sei se os tenho ou se eles me têm. Tenho um monte de dúvidas, um bocado de certezas, e a capacidade de ter ideias - como diz o chefe Oswaldo Carlos, ideias de rádio, que surgem no momento. Na verdade, agora, me falta algo. Não sei o que é. Se soubesse talvez não dissesse, mas sei que falta. Há um vazio que não consigo explicar. Não é fome, porque acabo de comer um bom X; não é sede, porque acabo de tomar bons copos de Coca-Cola; não é a falta de um brilho extra, porque estou me embriagando com episódio dos Simpsons. Bobagem? Pode ser, mas quero poder ter um ócio inútil, que fique longe do criativo; quero não ter que parecer esperto; quero ser um pouco burro (talvez, na mente de alguns, um pouco mais burro); quero me deitar em uma rede, tomar uma cerveja e rir do nada, enquanto penso qualquer coisa sem importância, ou nem pense. Será que seria capaz de não pensar nada? Quero ficar uma noite, pelo menos, assim. Não quero me preocupar com o amanhã; não quero ficar com receio do que pode acontecer daqui a pouco, quando acordar. Só hoje. Amanhã quero voltar a ser eu, um maluco pensador. Mas como diz a tal frase "Penso, logo existo".

terça-feira, agosto 21, 2012

Cotidiano

Sabe aquela relação de amizade que você nunca esquece? Pois é, segue aí o primeiro programa Cotidiano, da TV Informativo, que tem como tema Amigo. Assiste aí e mande sua opinião. Ela será bem útil.

sexta-feira, agosto 17, 2012

A inocência infantil

É bacana rememorar, às vezes, o nosso período de infância. Admito que não sou uma pessoa de boa memória. Por algum motivo, lembro-me pouco dos acontecimentos de quando era piá, lá em Bom Retiro do Sul. Da vida em Taquari, a partir dos quatro anos, tenho algumas recordações - a maior parte delas, que me encantam pela ingenuidade dos pequenos. Imagine você que existia um chocolate (não sei qual a marca) produzido em formato de guarda-chuva. Com a ardilosa ideia de querer cultivar, talvez com pensamentos econômicos, comia o chocolate, mas deixava uma pequena parte, no fim do cabo do "guarda-chuva", com a intenção de plantar para ter uma árvore daquele doce. Tinha um canteiro de "guarda-chuva" em que apareciam os cabinhos, em plástico, e, enterrado, um pequeno pedaço de chocolate. Quanto chocolate perdi. Não perdi, porém, a oportunidade de viver a inocência da criança que, em meio ao turbilhão de malandragem juvenil e adulta, ainda consegue fazer da fantasia a esperança de dias melhores.

quinta-feira, agosto 16, 2012

Mensalinho, em Lajeado?

O comentário desta semana é sobre a possibilidade da existência do "Mensalinho", em Lajeado. Confira:

sábado, agosto 11, 2012

Silvio Santos vem aí...

Não é preciso gostar da forma como ele faz, mas não há como negar que ele é o cara. De camelô a dono de um dos maiores patrimônios do país. Este é Silvio Santos, que foi muito bem descrito na homenagem feita pelos seus 80 anos.

quarta-feira, agosto 08, 2012

Leandro Damião e os ministros do STF

O que a medalha olímpica, que o futebol brasileiro pode ganhar, tem a ver com o julgamento do caso do Mensalão? Veja no comentário desta semana. E não esqueça, em todas as quartas-feiras, às 12h30min e às 18h, no Canal 20 da NET Lajeado, ou no www.tvinformativo.com.br Tem sempre um comentário diferente.

sexta-feira, agosto 03, 2012

A gostosa das olimpíadas

Você já viu como é difícil conquistar aquela gata, bem gata, que passa pela praia de Ipanema? Ganhar medalhas olímpicas também. Acompanhe o comentário desta semana.. Tá, antes de ver pode dar risadas desta cara que aparece, fixa, ao começar o comentário. Até eu ri. 

quinta-feira, agosto 02, 2012

Falta tempo

Você já deve ter ouvido, ou falado - na tentativa de encontrar justificativa para algo que não fez, ou acha que não conseguirá fazer - a frase: "Me falta tempo". É evidente que  a quantidade de afazeres para os quais nos propusemos, diariamente, em geral nos limita bastante. O que não pode é esta série de compromissos impedir a realização de outros, ou ações que possam representar qualidade de vida. Quer falar em tempo, converse com os jogadores de basquete da seleção brasileira. Faltavam seis segundos para o encerramento da partida; o Brasil estava com 74; dois pontos a mais do que seu adversário; o tempo foi pedido; no retorno, apenas seis segundos - não é nada, né? - pois foi o tempo suficiente para um arremesso de três pontos. Perfeito e fulminante. O Brasil perdeu por 75 a 74. Será que ainda temos como reclamar da falta de tempo? Se o adversário brasileiro pensasse assim, desistiria, afinal, eram só seis segundos.

quarta-feira, agosto 01, 2012

Não sei perder as pessoas

Todos temos nossas deficiências. O primeiro passo é reconhece-las, acreditar que não somos perfeitos e, por isto, precisamos dos outros. Tenho uma deficiência, bastante grande, que é não saber perder as pessoas. Quero todas, comigo, sempre. Sei, e consigo entender, que a nossa única certeza é a morte, mas não consigo aceitá-la como uma consequência natural a que estamos predispostos a partir do momento em que viemos ao mundo. A cada amigo, familiar, conhecido, ou pessoa qualquer por quem tenho certo sentimento, que deixa este plano me abala, me faz questionar, me cria uma série de interrogações na mente para tentar entender e suprir aquela ausência. Agora, algo está me remoendo, me deixando todo cheio de dúvidas e com uma saudade de alguém que vi bem poucas vezes nos 32 anos que tinha. Falo do meu primo Marcelo. O pouco que conhecia desta figura, apesar de ser familiar e morar a pouco mais de 100km de onde estou, me possibilitou fazer uma imagem de alguém que gosta de reunir a família, que tem bom coração, que ama a vida e os seus. E tudo isto ficou suprimido na triste imagem - que não vi - de um homem encontrado em um terreno, sem uma orelho, possivelmente atingido por um tiro. A vontade de viver, de reunir a família, de ser alguém na vida, ficou lá. Permanecem nossos sentimentos pelo Marcelo, que deixa de estar entre nós, fisicamente, mas que ficará para sempre nos bons exemplos e na certeza de que ele estaria lutando sempre enquanto estivesse vivendo.