terça-feira, julho 31, 2012

Dia do Orgasmo

Quer momento mais espetacular do que o orgasmo? Ele é o encerramento de um ato que começou, em algum instante, com a sedução. Mas não é qualquer desfecho. Ele é esperado, é aguardado com ansiedade porque, mesmo sabendo o final da história, ele nunca é igual. Ainda mais se for feito com aquela pessoa especial, que você gosta ou já teve coragem de dizer que ama. Daí este momento derradeiro se torna o ápice dos acontecimentos, a explosão de sentimentos e sentidos, o espocar de fogos de artifício, a passagem de um cometa. E todas estas qualidades fazem com que seja ainda mais protelado, segurado, porque ele também é recheado de significados. É assim que se forma a vida, que se consegue a perpetuação das trocas de fluidos, mas, principalmente, da troca de carinhos entre duas pessoas - ou uma só. Enfim, o orgasmo é demais e nada mais justo do que existir um dia reservado a ele. Óbvio, que a sua consequência deve ficar bem guardadinha na camada fina de latex, que garante a proteção de eventuais danos físicos posteriores. Sim, estou falando que é preciso usar camisinha e viver com intensidade cada orgasmo que a vida lhe oportunizar. Viva o Dia do Orgasmo.

sábado, julho 14, 2012

Eis minha profissão

Hoje, vivi dois momentos a que minha profissão se permite. O primeiro deles foi a possibilidade de agir como jornalista de campo, novamente. Há tempo não parava na frente da máquina para elaborar um texto jornalístico. Pois hoje não foi qualquer texto. Foi um material de responsabilidade (todos são, mas alguns têm mais repercussão): a cobertura do debate político organizado pela Rádio Independente. Foi algo de alto nível. As minhas percepções? Deixamos elas para meu eu e a conversa que tive com o colega Ricardo Sander, que apresentou muito bem o programa. Senti fervilhar na veia o sangue jornalístico. Me senti grande. Estava lá, junto, colado, praticamente, nos candidatos. Senti o que eles sentiram; vi o que viram; ouvi o que todos ouvintes ouviram, e ainda mais, as orientações dos assessores, durante os intervalos. Foi muito bom. Espero ter extraído grande mercado material suficiente para um jantar com arroz, feijão e bife. A outra questão foi a "homenagem" feita pelo grupo de teatro, no Sesc, à tarde. Muito bacana o reconhecimento pela divulgação que fizemos. Mas, de verdade, a gente não fez nada além do que a nossa obrigação, ainda mais sendo o jornal que tem 90% da preferência popular. O mínimo que podemos fazer é retribuir sendo parceiro desta comunidade. A peça é hilária.

quarta-feira, julho 04, 2012

Ah, maldita solidão

Comentário de quarta-feira passada. O novo você pode ver, hoje, no Canal 20 da NET ou pelo http://www.tvinformativo.com.br